- Como assim adotar? - perguntava sua mãe cabismada.
- Ele sofreu muito, ele já me disse isso. Esta era sua treveira familia, ninguém mais vai quere-lo. - ele encarou sua mãe - Eu... Você disse que sempre quis mais um filho.
- Não mais um adolescente de 15 anos.
- Mãe...
- "A morte de um não é a culpa de todos" - ela disse como seu pai e foi para sala
- Talvez essa seja! - ele gritou
Daniel não parava de pensar em Samuel. "Ele é uma pessoa forte, mas... É a terceira familia dele que se foi".
- Zumbi! - ele gritou no telefone - É só uma festa a fantasia no colégio... Não uma que ira aparecer na Tv
"Eu sei" dizia Jack ao outro lado da linha "Mas vai ser legal... Por que não vai de caçador de zumbis? Vai ser como uma cena" Daniel ficava pasmo com cada ideia que Jack lhe dava "Múmias, vampiros, lobisomens..."
- Cala boca. - ele o interrompeu - Não foi uma ideia muito boa ligar para você. Eu tenho uma roupa que posso usar.
"Vai fantaziado?"
- Eu ligo - e bateu o telefone. Daniel foi até seu armario e o abriu "Preto... Como sempre" ele pensou olhando vidrado para a jaqueta de couro preta de seu pai. "Seu casaco está com cheiro de sangue." ele se lembrou de Agatha dizendo quando o vestiu "...Ainda me lembro daquela vampira que matei..." ele se lembrou do que estava escrito no diario de seu pai "Eu sempre gostei desse casaco" ele pensava "Aquelas crianças nunca haviam matado alguém... Talvez eu já tivesse ido aquele lugar..." Daniel pegou o casaco e ficou vasculhando os bolsos, no bolso esquedo havia um guardanapo totalmente embrulhado, ele o abriu e havia um pó luminoso no outro bolso havia o mesmo pentagrama que ele tinha no sonho, dado por Ann. Ele deu um sorriso a si mesmo. O pentagrama era identico, mas só que menor.
- Como você vai para a festa? - sua mãe lhe perguntava dando um susto neste.
- Caçador vampiro. - ele colocou o pentagrama no bolso - Com este casaco.
Ele estendeu o casado.
- O casaco de seu pai. - ela o admirou na mão de Daniel - Seu pai ficava lindo nele - uma lagrima escorreu dos olhos de sua mãe - Você também fica.
"Festa..." ele pensava enquanto chegava em casa com sua causa rasgada suja de sangue falso, sua blusa branca também com sangue falso, um pentagrama como simbolo de proteção que sua mãe havia lhe dado e a antiga jaqueta de seu pai.
- O Daniel tá um gatinho! - disse uma das garotas, ele deu um leve sorriso
- Depois eu vejo você.
- Oi, caçador. - sussurrou Agatha atrás de Daniel - Vai querer me caçar - ele se virou e Agatha estava com uma calça preta, com uma blusa grudada escrito "Rock'n Roll", tenis All Star totalmente pretos cano longo e seu cabelo preso mostrava sua maguiagem sombria.
- Vampira?
- Gostou da surpresa?
Ele assentiu não dizendo mais nenhuma palavra, principalmente por que Agatha estava tão parecida com uma vampira que até se suspeitava.
O pequeno grupo de Daniel estava meio horripilante: Jack estava vestido de zumbi com uma mascara natural que havia encontrado na internet; Agatha de vampira; Daniel de caçador; Adam de feitiçeiro do mal, roupa estranha, mas legal, Mariah de Lady Gaga zumbi fazendo par com Jack, mas menos a Katty que estava de jogadora de futebol, criativo ou não era melhor do que nada.
Daniel pensava que a festa seria uma porcaria, mas não foi, haviam pego o grande salão do colégio e colocaram todos a dançar, a festa estava totalmente animada, nada de meninos em uma parede e meninas em outra. E no concurso de fantasia quem venceu foi Mariah com seu visual Lady Gaga zumbi que estava totalmente engraçado.
Depois de horas de festa a porta do salão se abriu e surgiu um homem com a roupa muito parecida com a de Daniel, depois de muito tempo Agatha percebeu que não era qualquer aluno do terceiro ano, mas sim Samuel. Agatha cutucou Daniel que estava de costas para a porta dançando com ela, disse e apontou:
- Samuel.
Ele se virou assustado para ver o que Agatha apontava, pois a musica estava alta. Quando viu se assustou com a imagem que via, mesmo com as luzes dava-se para perceber as olheiras profundas de Samuel, seu jeito cançado e mal-humorado. Não era o mesmo de sempre.
Daniel foi até Samuel.
- Samu... - então Daniel sentiu a ponta de uma adaga afiada em sua barriga
- Vem comigo ou eu corto sua barriga - o ruim era que como não havia nenhum segurança ou alguém que pudesse ajudar por perto, Daniel decidiu sair para o pátio, que estava completamente vazio, junto de Samuel. - Não faça nada que esta faca está enfeitiçada e eu posso matá-lo.
- Samuel. Não precisa fazer isso para se sentir melhor.
Este o levou para o canto mais obscuro do pátio e começou a dizer:
- Por que acha que não preciso fazer isso? - ele perguntou - Ele era meu pai. Meu pai!
- Você não acha que me sinto assim até hoje por ter perdido meu pai!
- Era minha terceira família - ele arquejou colocando a faca na garganta de Daniel.
Depois de minutos de silencio ele foi quebrado com um unico sussurro:
- Vampiro!
Uma névoa estranha ia subindo por todo o lugar e Samuel já estava pronto para matar Daniel e todos que viessem para cima dele.
OBS: Mudei meu curso de desenho para sexta, então agora irei postar nas quintas. FIQUEM LIGADOS!
Quando terminar de editar meu livro serão os primeiros a saber. Grandes beijos! Tchau!
Páginas
SÓ BASTA UMA MORDIDA...
...E será como eu. Da troca de sangue ou uma mordida. A dor vira de início, mas depois tudo ficará bem... Pelo menos até que a eternidade acabe.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Vampire 18°
Quando seus olhos abriram novamente ele estava em um lugar completamente diferente. O lugar estava todo escuro, mas suas mãos estavam atadas, tinha uma mordaça, e estava sentado em uma cadeira. "Não podemos intervir nos sonhos de outros... Não podemos usar poderes no mundo de outro" vinha uma fala em sua cabeça que parecia ser de seu pai.
De repente uma luz brilhante apareceu em todo o quarto.
- O que faz aqui?! - peguntou a suposta Agatha tirando a mordaça de sua boca em esperança que falasse logo de uma vez.
- Como sabe o que sou?
- Eu faço as perguntas aqui! - ela gritou e estendeu a mão para lhe dar um tapa, mas a mesma que havia dito que que Daniel não podia ficar perto de Agatha impediu que lhe desse um tapa. Depois de um tempo, Daniel percebendo que ela era a pura formosura, seus olhos eram tão azuis quanto os seus, seu cabelo era loiro e encaracolado nas pontas. Ela tinha um rosto angelical.
- Não vou permitir que bata em alguém, mesmo que seja um homem. - ela deu um leve sorriso para Daniel.
- O que vocês são? Seguisoras da deusa Artemis?
- Artemis não odiava os homens, ela apenas... Não queria fazer aquilo, entendeu?
- Você não deve ficar respondendo o que este homem fala! - gritou a suposta Agatha. As duas ficaram se fuzilando. "Eu poderia jurar que vi raios saindo dos olhos de cada uma" pensou Daniel. As duas disseram palavras que pareciam de outra lingua e olharam para Daniel. - Fala logo... Por que está aqui? - ela estava mais calma, mas ela queria mesmo era torturar Daniel para que ele dissesse logo - Então...
- Qual o nome de vocês?
- Por que esta aqui? - perguntou a loira simpática
- O que são?
- Você deve responder! - gritou a que estava no corpo da Agatha, mostrou a palma de sua mão e uma rajada de vento empurrou a cadeira ,onde Daniel estava, para a parede.
- Calma. - a loira disse se aproximando de Daniel - Meu nome é Ann. Agora diga o seu.
- Daniel.
- Sou uma Wicca. E você?
- Wicca?
- Responda! - disse a garota que estava no corpo da Agatha
- Sou um vampiro/humano, mas você já sabia disso, naquela hora.
- Na verdade... Era o meu outro lado - ela viu que Daniel a olhava com um rosto pasmo, então explicou - Nós Wiccas acreditamos nos cinco elementos. O ar, agua, terra, fogo e... O espirito. Então há vezes que nosso espirito é tomado por uma Wicca ancestral para nos ajudar, entende? - ele acenou que sim - Nossa amiga Stewart sempre entra no corpo de Agatha.
- Pensei que também existiam homens na religião Wicca.
- E há. Só que não é muito comum homens nos sonhos das garotas daqui. Quando há homens são de nossa religião e não um...
- Vampiro/humano.
- Isso.
- Por que vocês tem medo de mim?
- Nosso mundo e o seu nunca se cruzam. Somos separados por um tipo de faixa prata, vamos dizer assim. O seu lado a maioria das vezes é dominado pela magia negra e o nosso é a magia branca, mas como é um vampiro/humano - ela deu uma enfase na palavra humano -nao temos tanto medo de voce. Os vampiros completos... Podem roubar e se vitalizar com nosso sangue, você também, mas não nos mata, os vampiros sim.
- Mesmo que tentemos avisar a Agatha que você é uma pessíma pessoa para ser seu amigo, não dá. Ela se importa com você. Isso que eu tenho medo. a sua espécie chama os vampiros e nos estamos tentando fazer o maximo possivel para afasta-los.
- Agora se fosse possível... Você pode nos contar sobre sua historia? Sobre como chegou aqui?
Daniel contou tudo que sabia sobre vampiros/humanos até a parte que ele poderia se considerar um, pois ainda faltava muito para se aprender.
- E eu estou aqui, por que parecia que Agatha queria dizer algo a mim. Como se estivesse algo para me dizer. Uma Wicca pode ter uma ligação com um vampiro/humano?
- Se você que saber se vocês dois tem uma ligação é um sim. E ela queria lhe avisar novamente que Samuel vai tentar novamente. Que ele não é confiavel.
- É tudo que tem a dizer?
- Sim. Teria servido se houvesse dito antes de você ter ido até o hotel.
- Esqueci que havia dito esta parte.
As duas soltaram Daniel. Stewart saiu e deixou Ann e Daniel juntos. Ann o fuzilava com os olhos como se fosse matá-lo ou enchê-lo de perguntas. Ela estalou os dedos e estavam em um outro lugar completamente diferente: Se via o grande Sol que iluminava tudo, arvores e gramas por toda parte e uma mesa retangular com duas facas, cinco velas, tipos de ervas que nem Daniel conhecia, estatuas de deuses, um pão, um sino e uma coroa feita de flores.
- É um altar Wicca. Wiccas não são bruxas, são como cientistas. Nos acreditamos na magia em nossos deuses. Ela olhou para o altar. Todas nos temos um tipo de altar deste em nossa memoria. - ela apontou para a sua cabeça - E é por ele que manipulamos os elementos, mas apenas nos sonhos... Você viu como a Stewart fez com o ar. Todos os bruxos, vampiros, etc... Tem este lugar que te mostra o que fazer e com quem ficar, quem ser seu amigo.
- Por que esta me contando isso?
- Por que o altar nos mostra em quem confiar - Ann foi andando a frente e mostrou uma faca de cabo de madeira - Esta faca mostra com quem irei ficar, em quem irei confiar.
- Então...
- Agatha tem um altar destes e ele mostra que ela deve confiar em você.
Depois que ela disse isso, tudo escureceu e ele voltou ao "seu mundo"
Quando ele voltou estava com um casaco de couro e seu bolso estava com algo. Ele o pegou e viu um pentagrama Wicca com uma pedra azul tão brilhante quanto os olhos de Ann, preso a ele estava um papel escrito: "Este foi especulado pelas Wiccas chefe. Poderá entrar e sair dos sonhos de pelo menos Agatha, Stewart e eu, Ann" e um carimbo logo abaixo.
- Guarde isto.
- Irei - Daniel o colocou no bolso
- Sabe qual é o grande medo das Wiccas em relação há nos?
- Bebermos seu sangue, seu poder.
- Não. Como qualquer humano, ela se apaixonam. Elas tem medo de serem enganadas por nós, bebermos seu sangue e elas morrerem. Elas tem medo do amor que um vampiro/humano pode emitir por elas.
Pi Pi Pi! aparecia um som por todo o lugar.
- Pai?
- Está na hora.
Pi!Pi!Pi! depois disso tudo escureceu e ele acordou.
- Daniel,... Você deixou o alarme para despertar - dizia sua mãe com uma xicara de cafe na mão - É hoje a festa no colegio, certo?
- É. O que faz acordada.
- De ontem para hoje a policia estava por ai investigando uma morte misteriosa relatada por um cara e seu filho.
- Acharam algum corpo?
- Não. Por isso... Colocaram o homem no hospicio... Tiraram o garoto de sua guarda...
- Samuel...
- Você conhece ele?
- É do meu colegio. O que vão fazer com ele? - Daniel se sentia culpado por que a morte que levou a ser relatada pelo pai de Samuel foi feita por Daniel. Praticamente foi ele quem tirou Lorenzo de Samuel.
- Vão colocá-lo no orfanato local por um tempo e depois o colocaram em algum lugar.
- E se... Você o adotasse...
OBS: Isso é o que a culpa pode levar uma pessoa.
De repente uma luz brilhante apareceu em todo o quarto.
- O que faz aqui?! - peguntou a suposta Agatha tirando a mordaça de sua boca em esperança que falasse logo de uma vez.
- Como sabe o que sou?
- Eu faço as perguntas aqui! - ela gritou e estendeu a mão para lhe dar um tapa, mas a mesma que havia dito que que Daniel não podia ficar perto de Agatha impediu que lhe desse um tapa. Depois de um tempo, Daniel percebendo que ela era a pura formosura, seus olhos eram tão azuis quanto os seus, seu cabelo era loiro e encaracolado nas pontas. Ela tinha um rosto angelical.
- Não vou permitir que bata em alguém, mesmo que seja um homem. - ela deu um leve sorriso para Daniel.
- O que vocês são? Seguisoras da deusa Artemis?
- Artemis não odiava os homens, ela apenas... Não queria fazer aquilo, entendeu?
- Você não deve ficar respondendo o que este homem fala! - gritou a suposta Agatha. As duas ficaram se fuzilando. "Eu poderia jurar que vi raios saindo dos olhos de cada uma" pensou Daniel. As duas disseram palavras que pareciam de outra lingua e olharam para Daniel. - Fala logo... Por que está aqui? - ela estava mais calma, mas ela queria mesmo era torturar Daniel para que ele dissesse logo - Então...
- Qual o nome de vocês?
- Por que esta aqui? - perguntou a loira simpática
- O que são?
- Você deve responder! - gritou a que estava no corpo da Agatha, mostrou a palma de sua mão e uma rajada de vento empurrou a cadeira ,onde Daniel estava, para a parede.
- Calma. - a loira disse se aproximando de Daniel - Meu nome é Ann. Agora diga o seu.
- Daniel.
- Sou uma Wicca. E você?
- Wicca?
- Responda! - disse a garota que estava no corpo da Agatha
- Sou um vampiro/humano, mas você já sabia disso, naquela hora.
- Na verdade... Era o meu outro lado - ela viu que Daniel a olhava com um rosto pasmo, então explicou - Nós Wiccas acreditamos nos cinco elementos. O ar, agua, terra, fogo e... O espirito. Então há vezes que nosso espirito é tomado por uma Wicca ancestral para nos ajudar, entende? - ele acenou que sim - Nossa amiga Stewart sempre entra no corpo de Agatha.
- Pensei que também existiam homens na religião Wicca.
- E há. Só que não é muito comum homens nos sonhos das garotas daqui. Quando há homens são de nossa religião e não um...
- Vampiro/humano.
- Isso.
- Por que vocês tem medo de mim?
- Nosso mundo e o seu nunca se cruzam. Somos separados por um tipo de faixa prata, vamos dizer assim. O seu lado a maioria das vezes é dominado pela magia negra e o nosso é a magia branca, mas como é um vampiro/humano - ela deu uma enfase na palavra humano -nao temos tanto medo de voce. Os vampiros completos... Podem roubar e se vitalizar com nosso sangue, você também, mas não nos mata, os vampiros sim.
- Mesmo que tentemos avisar a Agatha que você é uma pessíma pessoa para ser seu amigo, não dá. Ela se importa com você. Isso que eu tenho medo. a sua espécie chama os vampiros e nos estamos tentando fazer o maximo possivel para afasta-los.
- Agora se fosse possível... Você pode nos contar sobre sua historia? Sobre como chegou aqui?
Daniel contou tudo que sabia sobre vampiros/humanos até a parte que ele poderia se considerar um, pois ainda faltava muito para se aprender.
- E eu estou aqui, por que parecia que Agatha queria dizer algo a mim. Como se estivesse algo para me dizer. Uma Wicca pode ter uma ligação com um vampiro/humano?
- Se você que saber se vocês dois tem uma ligação é um sim. E ela queria lhe avisar novamente que Samuel vai tentar novamente. Que ele não é confiavel.
- É tudo que tem a dizer?
- Sim. Teria servido se houvesse dito antes de você ter ido até o hotel.
- Esqueci que havia dito esta parte.
As duas soltaram Daniel. Stewart saiu e deixou Ann e Daniel juntos. Ann o fuzilava com os olhos como se fosse matá-lo ou enchê-lo de perguntas. Ela estalou os dedos e estavam em um outro lugar completamente diferente: Se via o grande Sol que iluminava tudo, arvores e gramas por toda parte e uma mesa retangular com duas facas, cinco velas, tipos de ervas que nem Daniel conhecia, estatuas de deuses, um pão, um sino e uma coroa feita de flores.
- É um altar Wicca. Wiccas não são bruxas, são como cientistas. Nos acreditamos na magia em nossos deuses. Ela olhou para o altar. Todas nos temos um tipo de altar deste em nossa memoria. - ela apontou para a sua cabeça - E é por ele que manipulamos os elementos, mas apenas nos sonhos... Você viu como a Stewart fez com o ar. Todos os bruxos, vampiros, etc... Tem este lugar que te mostra o que fazer e com quem ficar, quem ser seu amigo.
- Por que esta me contando isso?
- Por que o altar nos mostra em quem confiar - Ann foi andando a frente e mostrou uma faca de cabo de madeira - Esta faca mostra com quem irei ficar, em quem irei confiar.
- Então...
- Agatha tem um altar destes e ele mostra que ela deve confiar em você.
Depois que ela disse isso, tudo escureceu e ele voltou ao "seu mundo"
Quando ele voltou estava com um casaco de couro e seu bolso estava com algo. Ele o pegou e viu um pentagrama Wicca com uma pedra azul tão brilhante quanto os olhos de Ann, preso a ele estava um papel escrito: "Este foi especulado pelas Wiccas chefe. Poderá entrar e sair dos sonhos de pelo menos Agatha, Stewart e eu, Ann" e um carimbo logo abaixo.
- Guarde isto.
- Irei - Daniel o colocou no bolso
- Sabe qual é o grande medo das Wiccas em relação há nos?
- Bebermos seu sangue, seu poder.
- Não. Como qualquer humano, ela se apaixonam. Elas tem medo de serem enganadas por nós, bebermos seu sangue e elas morrerem. Elas tem medo do amor que um vampiro/humano pode emitir por elas.
Pi Pi Pi! aparecia um som por todo o lugar.
- Pai?
- Está na hora.
Pi!Pi!Pi! depois disso tudo escureceu e ele acordou.
- Daniel,... Você deixou o alarme para despertar - dizia sua mãe com uma xicara de cafe na mão - É hoje a festa no colegio, certo?
- É. O que faz acordada.
- De ontem para hoje a policia estava por ai investigando uma morte misteriosa relatada por um cara e seu filho.
- Acharam algum corpo?
- Não. Por isso... Colocaram o homem no hospicio... Tiraram o garoto de sua guarda...
- Samuel...
- Você conhece ele?
- É do meu colegio. O que vão fazer com ele? - Daniel se sentia culpado por que a morte que levou a ser relatada pelo pai de Samuel foi feita por Daniel. Praticamente foi ele quem tirou Lorenzo de Samuel.
- Vão colocá-lo no orfanato local por um tempo e depois o colocaram em algum lugar.
- E se... Você o adotasse...
OBS: Isso é o que a culpa pode levar uma pessoa.
sábado, 11 de setembro de 2010
Doente...
Oi, gente! Estou meio doente e minha mente não esta agindo de acordo com o corpo (Acho que foi o Leonardo que me passou). Mesmo assim. Eu posto na semana que vem, tá? Vai dar tudo certo. Na postagem que vem acho que vai ser uma "Festa sangrenta"... Bom titulo. Acho que vou usar esse. Minha mãe ta falando para eu voltar para cama. Tchau.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Descontos de livros em meu outro blog
Oi, gente. Novidade na área. Descontos de livros na Livraria Cultura atraves de meu blog: http://queroleragora.blogspot.com/ Siga e ganhe descontos de 10%.
Tenho certeza que vão gostar.
Vejam o poster que eu fiz para o blog falando dele:

terça-feira, 31 de agosto de 2010
Vampire 17°
Quando ele saiu do hotel, não quria pensar em mais nada além dele mesmo. Era horrível pensar que havia matado alguém e quase matado outra. "Salvar uma pessoa faz o homicidio ser nulo, certo?" pensava ele. Eram cerca das quatro horas e ele não tinha desculpa em mente para sua mãe.
Chegou em casa suas mãos tremiam, pois não sabia o que dizer, seu sangue subiu a cabeça e antes que ela pudesse dizer algo ele a interrompeu dizendo:
- Fui no cinema...
- Você foi no cinema? Com que dinheiro?- sua mãe lhe perguntou.
- Eu estava economizando - ele a deixou pensando e foi ao seu quarto, se deitou depois de segundos sentiu um leve calafrio e simplesmente viu seu pai em sua frente - Pai... Isso é um sonho.
- Você dormiu. - ele estava com um palitó branco e com um sorriso mais vivido, fazendo Daniel ficar mais feliz, pois depois de muito tempo viu seu pai sorrir novamente.
- Mas o que você quer? - as paredes estremeceram e de repente estavam em uma sala bem clara, com vidraças por todo lado, um lugar alegre e acalmante, lá fora se viam crianças correndo para todos os lados e rindo com alegria - Quem são?
- São de nossa espécie. Esse é o verdadeiro sonho de um verdadeiro vampiro/humano. - tudo era novo, as crianças eram bem novas.
- Como assim... Verdadeiro?
- Depois da primeira morte, quero dizer da primeira vez que matou alguém... Você vê isso.
- Então que para me sentir verdadeiro tenho que matar? - "Me fazendo crer que a maioria dessas crianças já mataram... Crianças de mais ou menos 8 anos"
- Mais ou menos, mas agora você pode controlar seus sonhos. E mesmo assim você já teve esse tipo de sonho, só não se lembra. Então... Elas não mataram ainda. - o pai de Daniel mecheu a mão e apareceu uma taça de vinho, tipico de seu pai, sempre a bebida - Não leu? Os sonhos é a principal fonte de poder de nossa espécie. - Daniel havia lido isto uma vez, mas ele nunca se lembrava de seus sonhos o que fez ele nem pensar nisto - Atraves dos sonhos conseguimos mostrar nossa verdadeira face e também treinarmos os nossos poderes, entendeu? - ele assentiu mesmo estrando com uma face tosca de confusão. - Como meio humanos, sonhamos normalmente, mas como também somos meio vampiros conseguimos controla-los certas vezes. E muitos tentam treinar seus poderes psiquicos nos sonhos.
- Entendi. É só para isso que me chamou? Pois estou cansado e quero dormir. - quando ele disse isso tudo a sua volta escureceu, seu pai, os risos das crianças ao lado de fora, tudo havia sumido menos ele. Daniel ficou lá parado pensou bastante naquele lugar e de repente apareceu, ele estava ao lado de fora, as crianças lhes esbarravam, era estranho.
- Use o que tem - disse a voz de seu pai em sua cabeça.
- Arvores... - sussurrou ele e logo após arvores foram crescendo em volta dele, eram todas diferentes, grandes com folhas verdes e saudaveis - Também gosto de ninfas... - então mulheres com cabelos longos e loiros, tunicas brancas que o Sol refletia, pequenas coroas em suas cabeças. Era estranho e bonito. - Some - tudo desapareceu o mais rapido possível. - Isso é ótimo - mas então antes que pudesse dizer mais algo, seus olhos abriram e ele escutou a voz de sua mãe o chamando para o jantar. - Quanto tempo dormi?
- Umas duas horas.
O resto da noite foi totalmente estranha. Sua mãe toda hora o olhava. Sentia calafrios e de momento em momento pensava em Agatha, como se os dois tivessem uma ligação e ela o chamasse.
- Vou dormir.
- Tudo bem - disse sua mãe ainda lhe encarando.
Quando ele se deitou, viu todo aquele belo lugar novamente, mas não podia se prender ali durante todo o sonho, amanhã era sábado, ele não teria como falar com Agatha e se sentia como se pudesse e podia de uma única forma sonhando.
- Como posso conversar com alguém pelo sonho? - pergunto ele ao seu pai
- Essa pessoa tem grandes poderes psiquicos? - "Que pergunta idiota, eu só vou falar com ela..." pensou Daniel rezando para que seu pai não escutasse.
- Fala logo.
- Na ponte de transmição - ele apontou para a ponta daquela sala de vidraças, lá havia uma plataforma, ele pisou nela pensando em Agatha e caiu. Seu corpo estava cansado e não consegia fazer nada, mas quando atingiu o chão, era feupudo. Tudo era rosa e havia garotas cantando McFly som roupas meio que Paramore. Era estranho, pois todas elas lembravam um pouco Agatha. Principalmente as risadas que ele escutava.
Quando olharam para Daniel, todas gritaram e uma perguntou:
- Como um garoto entrou aqui? - a garota que disse isso veio em direção a Daniel e depois percebeu que era Agatha.
- Agatha. - Uma das garotas disse atrás dela tentando segurá-la para não ir - Não pode ficar ao lado de um vampiro/humano... Sabe o que aconteceu com os outros.
- O que está acontecendo, Agatha? Como sabe o que sou? - ele perguntou a garota que disse aquilo a Agatha. Ela se encolheu e ele prestou atenção em Agatha
- O que faz em meus sonhos? - quando ela perguntou isso, tudo escureceu, apenas os dois ficaram lá parados, mas Agatha havia mudado sua fisonomia - O quer com ela? - perguntou ela, mas com outra voz - O que um menino e ainda meio vampiro meio humano pode entrar aqui? - ela colocou a mão no pescoço de Daniel - Diga!
- Como sabe? - disse ofegante tentando tirar a mão de seu pescoço.
- Quem não sentiria a presença de um vampiro imundo?
- Só quero protege-la de Samuel. Tenho medo que ele faça algo para me afetar. Tenho medo por ela. - ele disse deixando uma lagrima escorrer por seu rosto indo até o seu pescoço molhando a mão de Agatha que segurava seu pescoço e levantava seu corpo fazendo ele ficar sufocado
- Ela já tem suspeita de Samuel. Ela sente medo por você. Ambos tem medo, mas não usam o que tem para se defender. Inuteis.
Daniel não sabia o que dizer. Seu pescoço começava a sangrar com as unhas de Agatha, mas ele não morria, simplesmente começava a desaparecer, mas uma força maior lhe deixava ali. Ele sentia um pouco de dor e confusao.
- Deixe-me ir. - suplicou
- Não, primeiro vou acabar com você.
Sua melhor amiga, pelo menos em corpo, tenatava matá-lo e ele não sabia como se defender. Suas mãos ficavam dormentes, suas pernas também e antes que pudesse fechar os olhos completamente pensou: "Nunca consigo me safar da morte" Suas palpebras cairam tendo como ultima imagem o rosto de Agatha retorcido pela raiva que emitia por Daniel.
OBS: Oi. Fiquei triste por deixa-los na mão então esta aí.
Momento publicidade: Entrem em meu outro blog e sigam http://queroleragora.blogspot.com/ Quando entrarem saberam do que é.
Chegou em casa suas mãos tremiam, pois não sabia o que dizer, seu sangue subiu a cabeça e antes que ela pudesse dizer algo ele a interrompeu dizendo:
- Fui no cinema...
- Você foi no cinema? Com que dinheiro?- sua mãe lhe perguntou.
- Eu estava economizando - ele a deixou pensando e foi ao seu quarto, se deitou depois de segundos sentiu um leve calafrio e simplesmente viu seu pai em sua frente - Pai... Isso é um sonho.
- Você dormiu. - ele estava com um palitó branco e com um sorriso mais vivido, fazendo Daniel ficar mais feliz, pois depois de muito tempo viu seu pai sorrir novamente.
- Mas o que você quer? - as paredes estremeceram e de repente estavam em uma sala bem clara, com vidraças por todo lado, um lugar alegre e acalmante, lá fora se viam crianças correndo para todos os lados e rindo com alegria - Quem são?
- São de nossa espécie. Esse é o verdadeiro sonho de um verdadeiro vampiro/humano. - tudo era novo, as crianças eram bem novas.
- Como assim... Verdadeiro?
- Depois da primeira morte, quero dizer da primeira vez que matou alguém... Você vê isso.
- Então que para me sentir verdadeiro tenho que matar? - "Me fazendo crer que a maioria dessas crianças já mataram... Crianças de mais ou menos 8 anos"
- Mais ou menos, mas agora você pode controlar seus sonhos. E mesmo assim você já teve esse tipo de sonho, só não se lembra. Então... Elas não mataram ainda. - o pai de Daniel mecheu a mão e apareceu uma taça de vinho, tipico de seu pai, sempre a bebida - Não leu? Os sonhos é a principal fonte de poder de nossa espécie. - Daniel havia lido isto uma vez, mas ele nunca se lembrava de seus sonhos o que fez ele nem pensar nisto - Atraves dos sonhos conseguimos mostrar nossa verdadeira face e também treinarmos os nossos poderes, entendeu? - ele assentiu mesmo estrando com uma face tosca de confusão. - Como meio humanos, sonhamos normalmente, mas como também somos meio vampiros conseguimos controla-los certas vezes. E muitos tentam treinar seus poderes psiquicos nos sonhos.
- Entendi. É só para isso que me chamou? Pois estou cansado e quero dormir. - quando ele disse isso tudo a sua volta escureceu, seu pai, os risos das crianças ao lado de fora, tudo havia sumido menos ele. Daniel ficou lá parado pensou bastante naquele lugar e de repente apareceu, ele estava ao lado de fora, as crianças lhes esbarravam, era estranho.
- Use o que tem - disse a voz de seu pai em sua cabeça.
- Arvores... - sussurrou ele e logo após arvores foram crescendo em volta dele, eram todas diferentes, grandes com folhas verdes e saudaveis - Também gosto de ninfas... - então mulheres com cabelos longos e loiros, tunicas brancas que o Sol refletia, pequenas coroas em suas cabeças. Era estranho e bonito. - Some - tudo desapareceu o mais rapido possível. - Isso é ótimo - mas então antes que pudesse dizer mais algo, seus olhos abriram e ele escutou a voz de sua mãe o chamando para o jantar. - Quanto tempo dormi?
- Umas duas horas.
O resto da noite foi totalmente estranha. Sua mãe toda hora o olhava. Sentia calafrios e de momento em momento pensava em Agatha, como se os dois tivessem uma ligação e ela o chamasse.
- Vou dormir.
- Tudo bem - disse sua mãe ainda lhe encarando.
Quando ele se deitou, viu todo aquele belo lugar novamente, mas não podia se prender ali durante todo o sonho, amanhã era sábado, ele não teria como falar com Agatha e se sentia como se pudesse e podia de uma única forma sonhando.
- Como posso conversar com alguém pelo sonho? - pergunto ele ao seu pai
- Essa pessoa tem grandes poderes psiquicos? - "Que pergunta idiota, eu só vou falar com ela..." pensou Daniel rezando para que seu pai não escutasse.
- Fala logo.
- Na ponte de transmição - ele apontou para a ponta daquela sala de vidraças, lá havia uma plataforma, ele pisou nela pensando em Agatha e caiu. Seu corpo estava cansado e não consegia fazer nada, mas quando atingiu o chão, era feupudo. Tudo era rosa e havia garotas cantando McFly som roupas meio que Paramore. Era estranho, pois todas elas lembravam um pouco Agatha. Principalmente as risadas que ele escutava.
Quando olharam para Daniel, todas gritaram e uma perguntou:
- Como um garoto entrou aqui? - a garota que disse isso veio em direção a Daniel e depois percebeu que era Agatha.
- Agatha. - Uma das garotas disse atrás dela tentando segurá-la para não ir - Não pode ficar ao lado de um vampiro/humano... Sabe o que aconteceu com os outros.
- O que está acontecendo, Agatha? Como sabe o que sou? - ele perguntou a garota que disse aquilo a Agatha. Ela se encolheu e ele prestou atenção em Agatha
- O que faz em meus sonhos? - quando ela perguntou isso, tudo escureceu, apenas os dois ficaram lá parados, mas Agatha havia mudado sua fisonomia - O quer com ela? - perguntou ela, mas com outra voz - O que um menino e ainda meio vampiro meio humano pode entrar aqui? - ela colocou a mão no pescoço de Daniel - Diga!
- Como sabe? - disse ofegante tentando tirar a mão de seu pescoço.
- Quem não sentiria a presença de um vampiro imundo?
- Só quero protege-la de Samuel. Tenho medo que ele faça algo para me afetar. Tenho medo por ela. - ele disse deixando uma lagrima escorrer por seu rosto indo até o seu pescoço molhando a mão de Agatha que segurava seu pescoço e levantava seu corpo fazendo ele ficar sufocado
- Ela já tem suspeita de Samuel. Ela sente medo por você. Ambos tem medo, mas não usam o que tem para se defender. Inuteis.
Daniel não sabia o que dizer. Seu pescoço começava a sangrar com as unhas de Agatha, mas ele não morria, simplesmente começava a desaparecer, mas uma força maior lhe deixava ali. Ele sentia um pouco de dor e confusao.
- Deixe-me ir. - suplicou
- Não, primeiro vou acabar com você.
Sua melhor amiga, pelo menos em corpo, tenatava matá-lo e ele não sabia como se defender. Suas mãos ficavam dormentes, suas pernas também e antes que pudesse fechar os olhos completamente pensou: "Nunca consigo me safar da morte" Suas palpebras cairam tendo como ultima imagem o rosto de Agatha retorcido pela raiva que emitia por Daniel.
OBS: Oi. Fiquei triste por deixa-los na mão então esta aí.
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Vampire 16°
Daniel olhou para a ferida se catrizando e pensou o que poderia ter ocorrido se ele estivesse junto de seu pai quando estava prestes a morrer. "Eu poderia ter lhe oferecido meu sangue a ele e eu nunca teria ficado orfão de pai..." quando completou o pensando, ouviu baterem na porta do hotel.
- Abram!
Daniel não sabia o que faria então pensou: "Hipnose... Mas iria precisar de sangue... Eu posso conseguir sem sangue". Daniel tirou o pulso da boca de Lorenzo e foi até Samuel. Abriu os olhos dele e susurrou calmamente:
- Eu nuca estive aqui... Você só me viu naquela conversa de de tarde e no colegio, entendeu? - "Como ele está meio inconsiente deve ser mais fácil hipnotizado" pensava Daniel.
- Sim. - disse a voz de Samuel que estava agudo e cansada. Daniel foi até lorenzo e repetiu o mesmo e Lorenzo também assentiu.
Cinco minutos se passaram e mais ninguém bateu na porta do hotel, mas um pouco de tempo e gritaram novamente como louco:
- Abram!
E no mesmo instante que bateram a porta abriu e o mesmo homem da recepção viu Daniel ajoelhado sobre os dois donos do quarto e estes mesmos estavam ensaguentados e gemendo. "Ainda tenho que apagar mais uma evidencia." ele pensou.
O homem a sua frente tinha uma faca na sinta e olhava como se fosse matá-lo e isso apenas com os olhos. O sangue de Daniel fervilhava para mais uma batalha e essa não sentiria nenhum tipo de pena. Ela pegou a faca que havia deixado ao chão poucos minutos antes e disse:
- Vem!
O homem veio correndo com a faca pronto para atacar provavelmente também era um caçador.
Daniel se agachou agarrou o pulso dele e o girou no ar fazendo-o cair de uma só vez. A cabeça dele havia batido na mesa e agora estava sanguando, mas para ele não importa, só queria vencer e não se importava com os obstáculos. Ele voltou com mais ira e ambos cortaram um ao outro. Daniel na barriga do homem e este no braço esquerdo de Daniel.
Daniel queria acabar o mais rapido possivel então correu para cima dele, deu uma volta para esuqerda fazendo ele procurá-lo e depois deu-lhe uma facada nas costas, seu sangue espichou e como já estava tão sedento por sangue simplesmente o mordeu e drenou cada gota de seu sangue. O homem gritava feito descontrolado e para calar a boca do homem, ele segurou sua cabeça e girou fazendo uma morte intantanea e talvez... Não nada indolor.
Embora Daniel soubesse que isso em nada ajudaria, despencou em chorar. Ele sabai que aquela vida humana não faria diferaneça, mas... Ele nunca havia matado alguém. Sempre se imaginou um homem bem sucedido e de ficha limpa. Ele ergueu a cabeça e disse: "Quem disse que alguém ia saber..." Ele tinha certeza de que aquele homem estaria morto. Tantas coisas sobre esse curto episódio tinham lhe deixado abalado e saciado ao mesmo tempo que ele mal sabia por onde começaria para arrumar tudo aquilo. Em menos de quinze minutos temera por sua vida, temera pela vida de Lorenzo (Na verdade não temera, ajudará na vida daquele que agora estava quase morto por momentos), testemunhara atos de homicidio sobre si mesmo, acabou por descobrir, na verdade, ter certeza que Samuel e o padrasto dele eram caçadores de vampiros, talvez o predio todo seria de caçadores vampiros e acabei por sacear minha sede com um gordo da recepção.
Ele olhou para tudo aquilo novamente, seus joelhos estavam ficando sujos de sangue, o sangue do homem morto e então decidiu agir.
Primeiro limpou seus joelhos e logo após pegou o corpo do homem, que até não foi muito dificil jogou para o lado de fora do predio "Terminei de matar-lo" pensou. Foi até lá embaixo, mas o pior foi que teve que ir pela janela. Dificil? Acho que sim, mas vamos deixar os detalhes para depois.
Depois enterrou o corpo, essa sim foi dificil, a terra lhe sujou todo e demorou cerca de tempo, o estranho é que ninguém chegou a ir lá atrás, mas ele preferia deixar assim mesmo, pois as vezes so pensamos e aparece.
Subiu novamente e ainda teve que jogar os dois que ainda dormiam na cama.
"Limpar aquele sangue... já sei..." Havia vinho na cozinha (a sala e a cozinha eram juntas, havia apenas uma parede que dava para separar, mas era baixa) Daniel foi até lá e pegou dois copose o vinho "Ideia idiota!" Ele pegou o vinho e jogou na mancha de sangue do homem que pelo menos não era uma imensidão, depois sujou os dois copos, pegou a garrafa que estava quase vazia e jogou nos dois, deixou na mão de lorenzo e foi embora.
- Abram!
Daniel não sabia o que faria então pensou: "Hipnose... Mas iria precisar de sangue... Eu posso conseguir sem sangue". Daniel tirou o pulso da boca de Lorenzo e foi até Samuel. Abriu os olhos dele e susurrou calmamente:
- Eu nuca estive aqui... Você só me viu naquela conversa de de tarde e no colegio, entendeu? - "Como ele está meio inconsiente deve ser mais fácil hipnotizado" pensava Daniel.
- Sim. - disse a voz de Samuel que estava agudo e cansada. Daniel foi até lorenzo e repetiu o mesmo e Lorenzo também assentiu.
Cinco minutos se passaram e mais ninguém bateu na porta do hotel, mas um pouco de tempo e gritaram novamente como louco:
- Abram!
E no mesmo instante que bateram a porta abriu e o mesmo homem da recepção viu Daniel ajoelhado sobre os dois donos do quarto e estes mesmos estavam ensaguentados e gemendo. "Ainda tenho que apagar mais uma evidencia." ele pensou.
O homem a sua frente tinha uma faca na sinta e olhava como se fosse matá-lo e isso apenas com os olhos. O sangue de Daniel fervilhava para mais uma batalha e essa não sentiria nenhum tipo de pena. Ela pegou a faca que havia deixado ao chão poucos minutos antes e disse:
- Vem!
O homem veio correndo com a faca pronto para atacar provavelmente também era um caçador.
Daniel se agachou agarrou o pulso dele e o girou no ar fazendo-o cair de uma só vez. A cabeça dele havia batido na mesa e agora estava sanguando, mas para ele não importa, só queria vencer e não se importava com os obstáculos. Ele voltou com mais ira e ambos cortaram um ao outro. Daniel na barriga do homem e este no braço esquerdo de Daniel.
Daniel queria acabar o mais rapido possivel então correu para cima dele, deu uma volta para esuqerda fazendo ele procurá-lo e depois deu-lhe uma facada nas costas, seu sangue espichou e como já estava tão sedento por sangue simplesmente o mordeu e drenou cada gota de seu sangue. O homem gritava feito descontrolado e para calar a boca do homem, ele segurou sua cabeça e girou fazendo uma morte intantanea e talvez... Não nada indolor.
Embora Daniel soubesse que isso em nada ajudaria, despencou em chorar. Ele sabai que aquela vida humana não faria diferaneça, mas... Ele nunca havia matado alguém. Sempre se imaginou um homem bem sucedido e de ficha limpa. Ele ergueu a cabeça e disse: "Quem disse que alguém ia saber..." Ele tinha certeza de que aquele homem estaria morto. Tantas coisas sobre esse curto episódio tinham lhe deixado abalado e saciado ao mesmo tempo que ele mal sabia por onde começaria para arrumar tudo aquilo. Em menos de quinze minutos temera por sua vida, temera pela vida de Lorenzo (Na verdade não temera, ajudará na vida daquele que agora estava quase morto por momentos), testemunhara atos de homicidio sobre si mesmo, acabou por descobrir, na verdade, ter certeza que Samuel e o padrasto dele eram caçadores de vampiros, talvez o predio todo seria de caçadores vampiros e acabei por sacear minha sede com um gordo da recepção.
Ele olhou para tudo aquilo novamente, seus joelhos estavam ficando sujos de sangue, o sangue do homem morto e então decidiu agir.
Primeiro limpou seus joelhos e logo após pegou o corpo do homem, que até não foi muito dificil jogou para o lado de fora do predio "Terminei de matar-lo" pensou. Foi até lá embaixo, mas o pior foi que teve que ir pela janela. Dificil? Acho que sim, mas vamos deixar os detalhes para depois.
Depois enterrou o corpo, essa sim foi dificil, a terra lhe sujou todo e demorou cerca de tempo, o estranho é que ninguém chegou a ir lá atrás, mas ele preferia deixar assim mesmo, pois as vezes so pensamos e aparece.
Subiu novamente e ainda teve que jogar os dois que ainda dormiam na cama.
"Limpar aquele sangue... já sei..." Havia vinho na cozinha (a sala e a cozinha eram juntas, havia apenas uma parede que dava para separar, mas era baixa) Daniel foi até lá e pegou dois copose o vinho "Ideia idiota!" Ele pegou o vinho e jogou na mancha de sangue do homem que pelo menos não era uma imensidão, depois sujou os dois copos, pegou a garrafa que estava quase vazia e jogou nos dois, deixou na mão de lorenzo e foi embora.
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