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SÓ BASTA UMA MORDIDA...
...E será como eu. Da troca de sangue ou uma mordida. A dor vira de início, mas depois tudo ficará bem... Pelo menos até que a eternidade acabe.
sexta-feira, 30 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

No dia seguinte ao desmaio de Agatha, logo ao recreio daniel tentava puchar assunto para começar a falar sobre aquela que lhe chamou ateção de um modo nada conveniente e fazer com que Samuel ficasse alterado pela simples palavra "vampiro".
- Falta pouco para a festa do colégio... - dizia Daniel
- Eu sei, mas é do colégio... Talvez não vá ser o grande esperado.
- Festa do colégio? - perguntou Samuel
- As olimpíadas irão acabar semana que vem, certo? - Daniel perguntou - O colégio estava planejando fazer tipo que uma festa a fantasia para todos aqui... Mas o jack é muito cético com o que o colégio pode fazer para gente - Daniel bebeu um pouco de sua coca-cola - Entendeu? - Samuel assentiu. "O que será que ele está pensando?" pensava Daniel "A pior parte de ler a mente das pessoas é que acaba por se esgotar depois de um tempo..." - Ontem à noite entrei em uma sala de bate-papo... O nome era: ning. Não exatamente ning, o nome do site era... - ele parou para pensar um pouco - vampmania.ning.com
- Vampmania? Por que estava em um site vampiro? - perguntou Adam
- Tem certas coisas que não sei sobtre os vampiros, sabe? - ele olhou para Samuel que ficou com os olhos arregalados, atento a cada palavra que tinha haver com vampiros, aqueles monstros sanguinarios- Conheci uma garota... Sabrina. Vi umas fotos dela...
Irei contar o que ocorreu: Daniel estava em um tipo de investigação para saber mais sobre Samuel, isto é, pesquixou tudo que tinha a ver com vampiros e assim encontrou o "Vampmania", o site era totalmente vermelho, como sangue, fotos de varios vampiros, até os de agora, Crepúsculo... Daniel não gostava muito destes vampiros, mas uma coisa lhe chamou a atenção: vampirinha0123. Ela era uma garota bonita, pálida, olhos vermelhos, cabelos negros e um belo sorriso. Então começou a conversar com ela pelo chat:
Daniel: oi
vampirinha0123: oi
Daniel: td bem?
vampirinha0123: estou bem. e vc?
Daniel: tbm estou
(...)
E assim continuou a conversa entre os dois, mas aconteceu algo que deixou Daniel bem assustado:
vampirinha0123: vc é legal... o que diria se fosse uma vampira mesmo, sedenta por sangue humano. e queresse vc ao meu lado.
Daniel: eu sei que todos aqui fingem ser vampiros, mas não precisa ser com tanta convicção.
vampirinha0123: ta, mas eu sou uma vampira...
E simplesmente ficou offline.
É claro que Daniel deixou a parte dela contando ser uma vampira, por causa de dois motinos: Jack era cético, falaria que era tudo faldo, que Daniel era umcompleto bobo por entrar nesse site e também por que ele só creditava no mundinho nele e o outro motivo era que Samuel estava lá, Daniel só quis dar uma pista do site e também sabia que se dissesse alguma coisa sobre a Sabrina em particular ele ia comprometer todos os planos.
- Então... Ela era interessante? - perguntou Samuel
- E muito.
- Esses chat nunca funcionam e você sabe... - dizia Jack
- É por que você é muito cético e nerd. - Daniel disse isso dando um sorriso e se foram para sala de aula.
Uma coisa que intrigou Daniel na sala de aula foi Agatha, ela estava completamente vidrada na face de Samuel quando lhe perguntavam algo ela respondia a resposta certa, mas depois desligava novamente estava no mundo da lua, depois ela escreveu um bilhete para Daniel dizendo o seguinte:
"Ele fará com que seu mundo desabe... Cuidado é o que digo. Tenho medo por você e sei o que aquele pode fazer com você, mas não posso contar o o que."
Quando a aula acabou, Samuel e Daniel iam para casa andando como fizeram ontem a tarde e aquele era o momento perfeito para falar sobre Sabrina.- A Sabrina no chat afirmou ser uma vampira... - disse Daniel por alto - Você acredita em vampiros? Não nesses de filmes que brilham no Sol, que mais parecem fadas, mas sim os vampiros sanguinarios... Eu soube que já existiu uma doença desse tipo... O médico sempre receitava beber sangue, não necessariamente humano e a pessoa com essa doença ficava pálida, por que não podia ficar ao Sol, pois sua pele era sensível... Acho que o nome era...
- Acho que era algo haver com Vampirismo... - Samuel interrompeu Daniel e continuou: - Também tem a Condessa de Sangue que achava que quando tomava banho de sangue das virgens, ela ficava cada vez mais nova. O nome real dela era...
- Condessa Elisabete Báthory. Você sabe bastante sobre vampiros... Então você acreditaria nessa garota que diz ser uma vampira? Acredita em vampiros?
Os dois pararam de andar e ele disse calmamente:
- Talvez sim talvez não... Há fatos como daquela família que o avó estava morto e logo depois em um jantar ele apareceu e depois matou todos, se não me engano não houve nenhum sobrevivente... - os olhos de Samuel pareciam ter ficados mais verdes, fazendo Daniel sentir um calafrio na espilha - Ou daquela jornalista que procurava por vampiros, pelo menos que fingiam, como se fosse uma gangue e acabou sendo sequestrada, nunca mais apareceu...
- Ou de pessoas encontradas mortas sem sangue algum... - ambos se lembraram de seus parentes próximos que morreram - Mas as vezes são disturbios mentais... Tem aquele caso do garoto que achava mesmo ser um vampiro e matou seus pais... - eles recomeçaram a andar - E também há jogos na vida real, em clubes que as pessoas fingem ser vampiros...
- ... Mas é só durante o jogo e há regras...
- Eu sei, mas ainda não me respondeu...
- Já chegamos na sua casa... E... Por que disse isso só a mim?
- Por que os outros são céticos,... Não são como você que acredita em vampiros... - Samuel já se virava para ir embora - Mas...
- Amanha nos conversamos... - e ele simplesmente que desapareceu, quando viu ele estava longe. "Ele sabe muito sobre vampiros... Ele é um caçador... Talvez... Ainda tem algo nele... O jeito dele... Ele... Melhor eu esquecer isso" e Daniel subiu para sua casa.
Ele ligou o pc e viu que na mesma hora que entrou no Msn alguém já te chamava e adivinha quem era: vampirinha0123. "É ela de novo..."
vampirinha0123: Oi
Daniel: Oi.
vampirinha0123: Você disse que eu não era uma vampira, certo?
Daniel: sim
vampirinha0123: liga a webcan
Daniel: tá
Assim os dois ligaram a webcan e ambos puderam ver um ao outro. Ela era linda: seus cabelos pretos deixavam um contraste em sua pele pálida que deixava qualquer um hipnotizado. De repente ela aproximou os dentes da webcan e completamente do nada seus dentes caninos cresceram fazendo com o que ficassem afiados e assustadores, como o de vampiro.
Daniel: Pq me mostrou isso?
vampirinha0123: Pq sei o que você é...
quarta-feira, 14 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Um imbecil veio por trás dele silenciosamente, mas pelo incrível que pareça, o novo participante o escutou e atirou em sua barriga, depois outro e mais outro, fazendo com que Daniel achasse que eles eram os únicos dentro do jogo.
- Ah... Isso... Talvez por que eu seja um vampiro ou lobisomem... Ou até mesmo um deus pagão em um corpo humano... Metamorfo, mas quiz dizer vampiro. Por que você não escolhe?
"Ele é estranho e esses olhos... Me dão calafrios..." pensou ele.
- Talvez... O lobisomem. Um deus pagão nos faz sacrificar pessoas... Um vampiro é perigoso, só se não for "vegetariano", coisa que é impossível, só nos filmes... E um metamorfo me enganaria...
- Mas um lobisomem se tranforma em lobo na lua cheia, certo? - Daniel assentiu - E alguns bebem sangue humano... - a palavra "sangue" fez o corpo de Daniel estremecer.
- Eu vou encher a minha casa de prata.
- Você sabe do sobrenatural.
- Meu pai me ensinou. - ele disse vendo imaginando seu pai decepando a cabeça de um vampiro que gostaria de matá-lo.
- Vamos comer alguma coisa?
- Não... Quer dizer... Tenho que ir para casa... - a cabeça de Daniel estava latejamdo, outro fator que não era muito bom.
- Tudo bem.
O mesmo calafrio percorreu o corpo de Daniel quando estava indo para casa e a face de Samuel apareceu em sua mente.
- Tenho que ler o diário. - ele sussurrou.
Quando chegou em casa ele se trancou no quarto, pegou o diário e começou a folear as páginas. Até que então encontrou uma parte que estava escrito bem grande: "Calafrios" e logo abaixo o texto dizia:
" Hoje meu pai me disse que nossos calafrios são ocorridos por três motivos:
- Talvez por vampiros que estão por perto;
- Humanos que sabem de algo sobre nos
- E por que nos atraímos problemas e alguma pessoa a sua volta está ou irá lhe trazer grandes problemas.
Ele também disse que talvez muda com o meio a meio, mas comigo os calafrios são sempre de vampiro atrás de mim. Continuo com medo, mas esse é meu destino."
Logo na próxima página, Daniel percebeu algo que lhe chamou a atenção: "Outro vampiro/humano" fazendo-o querer ler aquele pequeno pedaço de papel:
" Senti um calafrio logo após meu pai der me dito aquilo sobre o que pode acontecer quando sente algum calafrio muito forte, mas eu investiguei ela ao máximo possível e vi que não há nada de errado com ela. Rachel. Veio dos EUA. Seus pais estão se separando. Ela é completamente normal. Depois disse ao meu pai isso e acabeio por descobrir que ela é uma vampiro/humana. Outro vampiro/humano. Tive que quebrar todas as regras e dizer tudo o que eu pensava dela ser. Eu poderia usar os meus poderes para fazê-la esquecer... Mas é mesmo uma vampira/humana. Nunca pensei que houvesse outra família com estes problemas, mas descobri que ela é adotada e assim percebi que seus olhos verdes que me dão calafrios não tem nada haver com seus pais qua são adotivos.
Meu pai disse que já ocorreu de encontrar outra família vampira/humana e elas tinham a cor dos olhos tão azuis que lhe davam medo.
Acho que cada família tem uma cor genetica dos olhos diferentes, mas sempre nos deixa com calafrios: Azuis, verdes e os nossos que são negros."
"Talvez Samuel seja parente desta Rachel..." pensou ele "Ou não...".
No outro dia, Daniel estava rezando para que tivessem esquecido do ocorrido de ontem, mas o pior que não:
- Aé, Daniel! Só tentando pegar a Julie.
Daniel tentava esquecer desses comentários, mas era meio difícil, pois chato sempre é chato. "Agatha." pensou ele. Ela vinha andando ainda meio desnorteada de ontem.
- Oi. Tudo bem, Daniel?
- Tudo. - disse ele prestando atenção no novo aluno que subia as escadas e era Samuel. E assim no mesmo momento que Samuel subiu as escadas e foi visto por Agatha, ela desmaiou no mesmo momento. Samuel talvez um vampiro/humano, Agatha uma garota que parecia sentir um vampiro/humano ou vampiro de longe, pois desde que descobriu que era um vampiro/humano ela ficou estranho e Daniel o que nem sabia o que acontecia. - Agatha?! - ele gritou indo socorre-lá.
E Samuel antes que pudesse entrar dentro do colégio, ele se tremeu, provavelmente um calafrio e saiu correndo como se houvesse sentido algo naquele colégio que nem ao menos Daniel conseguiu sentir.
"Essa garota é um radar-vampiro... Apenas ter visto ele fez ela ficar assim..."
OBS: Será que Samuel é um vampiro/humano? O que aconteceu com Agatha? Será que ela ainda está caduca por causa da lavagem cerebral de Daniel? E Daniel o que fará? Mas também aonde está as amigas de Agatha? Boa questão.
quinta-feira, 1 de julho de 2010

- O que?! - disse Daniel enterrompendo Agatha - Você não está bem mesmo. - ele riu
- É sério, Daniel! Você era um vampiro e tinha outro...
- Agatha...
- Eu sei o que vi! - gritou ela.
- Mas... - o segredo de Daniel havia sido revelado para Agatha, os dois eram amigos, mas isso poderia mecher um pouco com a amizade deles. - Eu não sou um vampiro.
- É sim!
Os dois ficaram se encarando, os olhos de Agatha mostravam raiva por ele não contar toda a verdade e os olhos de Daniel mostravam puro desespero por não poder fazer ela acreditar nele. Ele respirou fundo e perguntou:
- O que faria se dissesse que sou um vampiro/humano?
- Agiria normalmente. - ela gaguejou, mas em sua mente aonde pensava que ninguém poderia entrar pensou: "Agiria como louca, não acreditaria, não sei... Talvez te evitaria... Pensaria que havia matado alguém por causa da sua sede por sangue... Não sei".
- Agatha... Calma... Eu sei que agiria como louca... - Quando um vampiro mata outro todos os poderes da presa que agora está morta vai para o seu predador, o assassino, mas como Daniel é metade vampoio e metade humano poucos poderes foram passados para ele e um deles é a telepatia, fazendo o poder escutar o que Agatha pensou naquele momento. - Agatha... Tudo que adoraria que ocorresse seria que esquecesse tudo que viu ou ouviu sobre vampiros, pelo menos a minha ligação com vampiros e que toda vez que ouvisse a palavra "vampiro" se lembrasse de animais sanguinarios que não se importam com a vida humana, mas não se lembre de mim, pois sou apenas o seu amigo e sei que esse negócio vampiresco iria acabar com tudo que há entre nos. - os olhos de Agatha não estavam mais com ira, mas sim meio que como se ela estivesse em outro mundo, isso por que ela estava sendo hipnotizada por Daniel, mais um dos poderes adquiridos de Micah.
Mais havia uma coisa que nem um dos dois sabia e era que Agatha como era meio psiquica cada momento do que ocorreu ficou gravado em seu lado psiquico, o qual ainda não havia sido mostrado a ninguém, além de em seus sonhos aonde ela pode se lembrar de cada momento vampiro de sua vida levando a Daniel e o perigo que não espera apenas os dois, mas talvez o colégio todo.
- Ag.! - gritou Mariah que descia a rampa e viu Agatha caída ao chão com Daniel ao seu lado.
- Não grite... Pode ser pior... Eu a encontrei caida ao chão...
- Acho que ela veio atrás de você e eu atrás dela... Daqui a pouco será Katty que virá atrás de nos duas.
Os dois deram um leve sorriso.
- Como... Você pode se declarar para Julie daquela forma?
- Eu gostava dela.
- Gostava? - mas antes que Daniel pudesse responder, Agatha começou a abrir os olhos bem devagar.
- Onde estou? - perguntou Agatha.
- Na rampa.
- Mas o que houve? - pergutou Mariah.
- Eu não me lembro muito bem... Eu desci atrás de Daniel... Então veio uma névoa estranha. - um frio percorreu o corpo de Daniel - Então... Eu acho que acabei tropeçando e caindo, bati a cabeça provavelmemente e devo ter acordado só agora.
- Aquela névoa só estava aqui para baixo... Lá encima não havia névoa alguma.
"Por que quem o caçador caçava só estava aqui" pensou Daniel.
- Estranho. - falou Agatha.
- Então só deixaram nos descermos quando a nevoa já havia se dissipado. E você... Como a encontro?
- Você faz perguntas demais... Mesmo assim... Enquanto havia aquela densa névoa lá embaixo, eu tentei subrir para ver se encontrava alguém que me dissesse o que ocorreu, só que a névoa se dissipou quando estava bem ali... - Daniel apontou o local, que era a escada que dava direto para rampa aonde Agatha estava deitada, ainda - E a vi aqui caida, vim ajudá-la, então você apareceu.
- Ah... - "Mesmo ele tendo dito uma historia tão convincente... É como se eu não devesse acreditar..." pensou Mariah, mas ela teve sorte de como os poderes de Daniel só apareciam quando sua forma vampira estava completa, isto é, quando seus olhos mostravam o vermelho sangue e naquela hora ele ainda era humano. - Vamos ajudá-la a subir.
- Mas...
- Você ainda está com vergonha? - ele assentiu. Ela olhou com aqueles olhos que pareciam ir matá-lo. - Daniel... - Ela pegou sua mochila, abriu ela e de dentro tirou uma toca preta. - Tira o casaco, coloca isso, não fala nada e me ajuda a levá-la.
- Vão me reconhecer.
- Anda! - ela gritou
Daniel não pode fazer nada além de obedecer, pois os olhos de Mariah mostravam pura chama de ira. "Será que não é alguma vampira..." pensou ele dando um sorriso para si mesmo.
- Tá rindo do que?!
- Na-nada. - quando já estava pronto, mesmo continjuando a achar que não daria em nada, eles carregaram Agatha até a arquibancada perto de Katty. Daniel não pensou duas vezes: a deixou lá, pegou suas coisas "Por sorte Jack saiu" e se foi para algum lugar aonde ninguém o encontraria "Preciso devolcer isto" pensou ele tirando a toca.
- Ainda não podem sair! - disse o porteiro
- Pelo que parece o tempo não deve ter passado muito rápido enquanto eu e Micah brigávamos - sussurou. "Já sei!" pensou "Só a um metodo de sair daqui e eu sei que irei conseguir" Daniel subiu até o pátio e lá havia um portão que dava para um corredor, do corredor ia direto para uma escadaria e assim a secretaria que ia direto para liberdade. Ele com ainda toca em mão fez todo o percurso, mas ele não era o unico a fugir, Adam e Carlos fugiam pelo mesmo percursso.
- Daniel - disse Carlos.
- Vocês vão fazer o que penso que vão? Por que eu vou fazer isso.
E assim foi, Carlos, o cara de pau do grupo foi na frente, depois Adam e assim Daniel, mas no meio do percursso para a libertade, ele sentiu uma vertigem como se fosse o errado a fazer e como se não desse certo e não deu. Os dois saíram, mas quando chegou a vez de Daniel a secretária achou estranho o que estava a ocorrer e chamou a atenção dele:
- Por que estão saindo por aqui?
- É que...
- Haviam me informado que não poderiam sair antes do meio-dia.
- Mas...
- Volte por favor.
- Tudo bem.
E quando Daniel subia as escadas de volta para o colégio, escutava a secretária do colégio dizendo para outra que estava lá:
- Lique lá para cima e diga que dois garotos saíram.
"Olha só um ótimo nome para esse capítulo de minha vida: 'A fuga do colégio infernal'... Com certeza vai ter uma segunda parte... Consigo sentir isso " pensou ele "Mas não hoje..." .
Minutos depois, os dois imbecis que haviam acabado de saborear o doce gosto da fuga, ambos voltam ao colégio com sorvetes comprados na padaria "Burrice é o que não faltam neles", mas logo depois deixou de prestar atennção neles, pois viu Agatha descendo com as amigas, ele entregou a toca a Mariah.
- Obrigado.
- Nada.
- Ela está bem? - ele perguntou olhando para Agatha que estava totalmente exausta, no mundo da Lua, nem ao menos parecia saber o que ocorria com ela.
- Não tenho certeza... Ela parece... Iremos para casa dela e...
- Quer ajuda...? - "Fui eu que causei isto a ela"
- Não nos conseguimos levá-la. - disse Katty.
- Tudo bem... Tchau... E melhoras. - "Nem ao menos devem ter escutado".
OBS: Oi, gente. Tudo bem? Não irei fazer outra enquete, pedirei para que vocês escolham quem irá pelos comentários, ok? Tchau. E Eclipse foi ótimo.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Vampire 9° parte



Semana agitada para os vampiros, em? Não percam nenhum dos dois.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Vampire 8° parte

Daniel não sabia para aonde correr, pois tudo que estava a ocorrer já havia sido destinado à ele. Seu coração batia tão rápido, mas não era amor e sim pura adrenalina misturada com a dor de amar. A pura dor de amar.
- Daniel! - ele escutou chamarem seu nome ao longe, mas ele preferiria não voltar, pois só a vergonha viria recebe-lo. "Nada neste colégio me ajudará, nada..." pensava ele.
Enquanto descia a escada o mais rápido possível pensava: "Nada irá me parar até minha casa. Nada. Meus pés irão me levar tão rápido que mal ficarei cansado", mas algo o arou e era o porteiro do colégio dizendo aquelas palavras que davam vontade de esganá-lo:
- A diretoria não permite que saiam.
- A diretoria que se @#$% - disse uma das garotas que tentava fazer o possível para ir embora.
"Preciso ir embora..." pensou Daniel sentindo uma nova dor de cabeça angustiante. Ele sabia que era seu pai, mas ele preferiria ignorá-lo. "Sei que ele irá dizer... Há perigo perto de você... Deve correr para longe." ele deu um sorriso torto para si mesmo e depois logo se lembrou da cena grotesca que parte, quer dizer todo o colégio viu.
Ao longe ele conseguia ver uma névoa densa. "Névoa" pensou.
"Névoa" pensou Agatha que naquele momento conversava com as garotas.
- Mas você vai atrás dele? - perguntou Mariah.
- Ele não merece isso. Coitado.
- Mas... Agatha! - falou Katty.
- Daqui a pouco eu volto! - disse ela descendo a arquibancada.
"Névoa... Ela não deixa ninguém escapar..." pensou ela, mas parecia mais uma premonição. Sem prestar nenhuma atenção ao seu redor, as pessoas lhe chamando, ela viu um vulto negro passar por sua frente e quase se desiquilibrou. "... Nem ao menos um vampiro..." Ela parou e viu aquela densa camada branca vindo até o colégio.
A camada branca e densa se aproximava mais rápido, então decidiu subir a rampa para ao menos chamar Jack, mas ele mal pensava que quando chegou no meio da rampa, aquela densa camada branca já estava envolvendo-o. Daniel não conseguia ver nada. O Sol havia desaparecido. A luz era a pura brancura daquela névoa. "Droga!" pensou ele vendo um vulto negro vindo em sua direção. Daniel era o tipo de garoto que adora o sobrenatural, então ele pensava que talvez aquele vulto e névoa fosse a reencarnção do mal. Engraçado para qualquer um, mas um garoto que é um vampiro/humano nem um pouco.
- Oi! - gritou ele, mas ninguém respondeu - Oi!
- Oi. - agora havia escutado um sussurro respondendo ao seu grito e parecia ser feminino. - Sou a... Agatha.
Quando escutou o nome de Agatha sentiu uma alegria por ser ela, uma garota tão xompreensível, mas também começou a sentir desespero, pois o cheiro do sangue dela ainda estava no ar. A névoa branca ao seu redor, deixou de ser o branco como papel e se tranformou em puro vermelho. O puro sangue. O puro vermelho de seus olhos. Então logo se lembrou que já havia visto o mundo com aquela cor "Quando bati em José... O mundo ficou vermelho e o sangue ferveu pronto para atacar".
Daniel se ajoelhou e viu uma figura, agora vermelha diante de seus olhos. Era Agatha.
- Daniel? - disse ela passando a mão em seu rosto. "É ele... Só pode..." pensou ela.
Ele preferiria não responder, mas não pode ignorar aquela bela voz, que mais pareciam sinos celestiais:
- Sou eu.
- Por que não me respondeu?... - ela viu que ele não iria responder, então continuou dizendo: - Vamos subir... Seus olhos estão... - ele abaixou a cabeça.
- Vamos... Descer. É melhor. Pelo corredor.
- É claro... Lá não deve ter tanta névoa. - ela tentou levantar-lo, mas ele mesmo se levantou a deixando sem graça.
Os dois estavam andando pelo corredor, que não estava com tanta névoa, mas estava frio, um pouco úmido e bem escuro.
Agatha tremia contantemente, pois naquela manhã estava bem quente, então não foi de casaco.
- Tome. - disse Daniel tirando o casaco e dando em suas mãos.
- Obrigada. - ela colocou o casaco preto de Daniel e sentiu um cheiro tão diferente. Não parecia ser perfume. "Já senti este cheiro... Sangue." - Seu casaco está com cheiro de sangue.
Um tremor percorreu o corpo de Daniel. Olhou para trás. Não havia nada, então continuou e disse:
- Provavelmente seja o seu... Não cortou o dedo?
- Sim, mas... - ela se calou, pois quando olhou para trás aonde Daniel estava caído no chão.
"Por que me ignorou?" disse o pai dele.
"Por que sim." disse Daniel.
"Poderia ter matado alguém... Você..."
"Pai! Eu não preciso de sua ajuda agora, está bem?"
"Há um vampiro no colégio... Creio eu que já devem ter descoberto que você é um vampiro/humano."
O rosto de Agatha tomou a consciência de Daniel, mas não era o rosto doce e meigo dela, mas um rosto aterrorizador e com um vampiro a sua frente pronto a dar o bote.
"Agatha" disse.
Ele fechou os olhos tentando despertar da transmição de seu pai. Contou até cinco: "Um... Dois... Três... Quatro... Cinco..."
E assim se viu no mundo real. Com Agatha lhe olhando apavorada.
- Daniel! - disse.
- Estou bem. - disse ele se levantando.
- Você deve ficar deitado...
- Não... Devemos ir o mais rápido possível.
- O que?
- Vamos. - disse ele indo para o pátio e carregando Agatha junto de si.
Quando os dois chegaram ao pátio, ele estava totalmente deserto. Não se via nenhuma alma viva. Um vulto ao longe apareceu e Agatha gritou:
- Ei! Você...
Mas antes que pudesse completar a frase Daniel tampou sua boca e cochichou em seu ouvido as seguintes palavras calmamente:
- Não grite... Aquilo que passou por lá não era humano.
Ela tirou a mão de Daniel de sua boca e perguntou: - O que era então?
- Vamp... - mas antes que pudesse terminar o que iria dizer alguém o empurrou para o lado e agarrou Agatha, a fazendo gritar.
"Vamp... Vampiro!" pensou ela.
- Calma... Eu quero o seu namoradinho vampiro, querida.
- Vampiro...
Daniel olhou para o rosto do homem de cabelos ruivos, olhos vermelhos que brilhavam e com algumas sardas no rosto.
- Sou um caçador de recompensas... O meu chefe adora vampiros/humanos... Acha o sangue de vocês ótimo.
"Caçador..."
OBS: Oi, gente. Devem estar o roendo as unhas para saber o que vai acontecer. Mas por hoje é só... Ainda tem uma coisa. Um dia desses eu conversava com um amigo meu pelo msn e ele me perguntou intrigado: "Por que você está fazendo este livro logo de vampiros, deve ser para mostrar como os nerds veem o mundo ou ser como Stephenie Meyer?" Eu respondi: "Pelo incrivel que pareça não é nenhum dos motivso que citou... Era para esquecer alguém... Pois eu havia conhecido uma pessoa tão surreal que mais parecia uma das minha personagens de livro, então tentei faze-la em meu livro Vampire, mas mesmo assim vi que a da vida real ainda era mais legal. Acabei me apaixonado em um mês. Sabe... Eu não sei por que, mas não consegui deixar de gostar dela. E também escrevo cada parte que escrevo pensando nela e sabe por que? Não sei. Ainda devo estar tentando fazer uma Agatha perfeita... Mas é dificil. Queria saber o que a Agatha original faz para ser tão original. ksksksks."Devem estar se perguntando por que escrevi isso. Escrevi isso por escrever. Nem tudo conseguimos copiar. Se eu ainda a amo?... Minha boca é um túmulo.
Não se esqueçam de comentar.